EDUCAÇÃO É AQUILO QUE FICA DEPOIS QUE VOCÊ ESQUECE O QUE A ESCOLA ENSINOU.
ALBERT EINSTEIN

sábado

Avaliação:

Futebol, Candido Portinari



A obra retrata crianças jogando futebol, mesmo sem material apropriado e sem estrutura, não deixam de se divertir. Demonstra que a magia do jogo contagia a todos, não importando a raça, a classe social ou a cor. Segundo Giovanina APUD Marcelino diz que o lúdico é um fim em si mesmo. Não é um meio para se alcançar algo. O lúdico é espontâneo, pertence à dimensão do sonho, da magia, da sensibilidade. O lúdico privilegia a invenção e a imaginação por sua própria ligação com os fundamentos do prazer. Toda criança ao jogar incorpora um papel, sendo neste momento pessoas com os mesmo valores, não importando sua raça ou classe social. No futebol normalmente existe uma competição entre duas equipes, porem nesta imagem não podemos definir se esta existindo uma competição tradicional ou então um jogo de cooperação, pois quem escolhe as regras e como se joga são os jogadores. Mas sendo competição ou cooperação não importa, pois os dois são essências para uma educação, Segundo Brotto (1999), desenvolver a cooperação, é fundamental, como o mundo e competitivo e necessário desenvolver a competitividade. No esporte esta competitividade e mais explícito, porem ouve a necessidade de classificar o esporte em três modelos diferentes: Esporte de Alto Rendimento, Esporte Participação e Esporte Educacional.
Usando do conceito de Tubino (1997) o alto rendimento tem características lúdicas, porém as regras desta pratica e pré estabelecida pelos organizadores internacionais. Temos também os ganhos financeiros e destaque técnico do individualismo. Neste modelo dar para notar o militarismo (a preparação dos atletas, não visando à saúde e sim a vitoria, passando do limite de seu próprio corpo, simular a uma preparação de soldados para guerra), o Tecnicismo (usando técnicas para aprimorar sua preparação). O de participação e similar ao de alto rendimento, porém não visa à destruição de seu corpo e sim a participação (o importante e participa e não se acabar). No modelo de educacional é usado para a formação de pessoas, e um modo de ensinar a cidadania, as suas regras pode ser modificadas para que haja um modo melhor para sua execução.
Para um entendimento e um bom ensino de esporte nos colégio temos que trazer três aspectos:
Conceitual, que faz com que o individuo vá a fundo do conceito (saber)
Procedimental, que o individuo saiba pratica(fazer)
Atitudinal, intenção ou a predispocisão para ação o que se deve ser (sentimento)

No futebol conseguimos visualizar a dança e um ritmo. Pois o drible pode relacionar como coreografia e passos, os gritos da torcida e o hino do time como a musica para dar o ritmo à dança.
Podemos dizer também que as pessoas estavam eu seu momento de lazer como descreve Dumazedier (1976), sendo um conjunto de ocupações as quais o indivíduo pode entregar-se de livre vontade, seja para repouso, seja para divertir-se, recrear-se, ou ainda para desenvolver sua informação, sua participação voluntaria ou sua livre capacidade de criar, como no jogo o lazer tem presente elementos lúdicos.

Voltando a figura podemos perceber que são pessoas com classe social baixa pela sociedade. E segundo Medina (1987) É assim que culturalmente se faz nosso corpo, é assim que a sociedade o modela, é como eu já disse o corpo fala, é o que o social está falando através do corpo. Percebemos que esta imagem poderia ter um campo de futebol, mas não seria uma figura realista e sim artificial, o Portinari quis mostras que a sociedade (classe com maior renda) fez uma limitação para as pessoas com menor renda, assim limitando o crescimento e desenvolvimento deste povo. Não por ter menos renda que outras classes que são povos infelizes, ao contrário são alegres e felizes com a vida. Analisando a figura, ficou uma pergunta no ar, se as pessoas que estão na imagem são crianças ou adultos, pois não da para saber, será que o pintor fez isto para que fique a idéias que qualquer tipo de pessoa pode fazer uma pratica corporal como o futebol, que não existe nada especifico para ninguém, que todos são capazes que fazer o quer quiser, e só não se limitar e querer.
Bibliografia:
Brotto, Fabio Otuzzi, Jogos cooperativos: o jogo e o esporte como exercício de convivência, 1999 Campinas
Tubino, Manoel, Esporte no Brasil, 1997, Ibrasa
Medina, João Paulo Subirá, O brasileiro e seu corpo, São Paulo, 1987 Papirus
DUMAZEDIER, Joffre, Lazer e cultura popular, São Paulo,Perspectiva, 1976.
Huizinga, Johan: Homo Ludens, Perspectiva, São Paulo, 2004
DARIDO, S. C. Para ensinar educação física: possibilidades de intervenção na escola. Campinas, 2007

terça-feira

Cultura Corporal:

Segundo Geertz (1989), é por meio desse mecanismo chamado cultura que o homem adquiriu a capacidade de ser o construtor de sua própria história, desde a utilização de ferramentas, passando pelo convívio social, pela linguagem chegando a outras formas mais complexas de significar o fazer humano. O autor demonstra com isto, como o convívio entre povos foi tecendo uma teia de significados que foram ganhando densidade ao longo da história da humanidade, significados estes que, por sua vez, estão em constante processo de re-significação.
Na obra de Daolio (1995, p.39) percebe-se um entendimento parecido a esse quando o autor afirma que o homem, por meio do seu corpo, pode assimilar e se apropriar “[...] dos valores, normas e costumes sociais, num processo de inCORPOração [...]”. Essa incorporação nada mais é do que o processo pelo qual os seres humanos passam a internalizar em seus corpos os valores sociais que estão contidos na sociedade.
Outro autor importante para essa discussão sobre a influência da cultura no modo como agimos, e, principalmente, como agimos em relação ao nosso corpo, é o antropólogo Frances Marcel Mauss. No texto escrito no início do século XX, no qual o autor aborda o que chama de técnicas corporais, ele acaba por considerar a ação humana como sendo também um ato social, que ocorre dentro de uma configuração dada pelo meio em que o homem vive. Sendo assim, a técnica que utilizamos para determinadas ações não é influenciada exclusivamente pelo desenvolvimento biológico, como se pensou durante muito tempo, existe nela toda uma gama de determinantes culturais, o que nos leva a afirmar que ela é eminentemente simbólica. Ao falar de cada uma das técnicas o autor procura indicar as influências culturais que elas sofrem, e como elas podem ser transformadas.

quinta-feira

Compreendendo a Ciência

Para compreender a ciência devemos primeiro passar pelos mitos, depois pela filosofia para chegarmos à ciência.

O mito e uma narrativa sobre a origem de alguma coisa. Normalmente o mito e algo não existente criado para enfeitar, uns exemplo e como o saci no nosso folclore , o vampiro, a bruxa entre outros .
Filosofia é o amor e respeito pelo saber. É a disposição interior de quem estima o saber ou o estado de espírito da pessoa que deseja o conhecimento, a procura e o respeito.

A ciência é um conhecimento das causas e pelas causas, isto é, um conhecimento demonstrativo. (Aristóteles)
Além do conhecimento demonstrativo, a ciência é um conhecimento eficaz, isto é, capaz de permitir ao homem não só conhecer o mundo, mas também dominá-lo e transformá-lo.
• As três principais concepções de ciência: Racionalista, Empirista, Construtivista.
Ciência no singular o ciências no plural tem sentido e significados diferentes: no singular, refere-se a um modo e a um ideal de conhecimento que examinamos até aqui. No plural, refere-se a diferentes maneiras de realização do ideal de cientificidade segundo os diferentes fatos investigados e os diferentes métodos e tecnologias empregados
Segundo Aristóteles a ciência pode ser classificada em:
• Critério da ausência ou presença da ação humana nos seres investigados.
• Critério da imutabilidade ou permanência e da mutabilidade ou movimento dos seres investigados.
• Critério da modalidade prática, levando à distinção entre ciências que estudam a práxis.
Porém filósofos Franceses e Alemães classificam em:
• Ciências matemáticas ou lógico-matemáticas
• Ciências naturais
• Ciências humanas ou sociais
• Ciências aplicadas
Percebemos que a filosofia explicava os mitos entre outras coisas, porem eles não comprovavam daí que surgiu a ciência, da necessidade de comprovar algo.

quarta-feira

Meu Lazer (estar com os amigos)

Na Grécia o tempo livre era restrito a elite, neste tempo eles faziam um crescimento espiritual. Comparando a elite atual com a grega, temos uma grande diferença. Pois a grega tinha seu tempo livre e a atual tem uma supervalorização do trabalho. Em Roma temos uma evolução, que percebe uma preocupação com a divisão popular (pobres). Isso não significa que a elite e os populares freqüentem os mesmos ambientes.
Para a elite eram atividades de reflexão e cultura, para os populares era feito uma distração e dado alimento (pão).
Este método chamado política do pão e circo foi criado pela elite, para que fosse possível dominar e manipular as classes inferiores.

No inicio do capitalismo a jornada de trabalho era de 12h a 16h e não havia ferias, nem aposentadoria, nem dia de não-trabalho (folga).
O homem começa a se comparar com uma maquina. As camadas populares percebem que era necessário o dia de não-trabalho, fizeram reivindicações e protestos. Conseguindo esse feito, a classe dominante começou encarar as diversões dos dias de não-trabalho como perigosas.
Por que era no momento de não-trabalho que os trabalhadores se reuniam e tomava consciência das situações e criavam estratégias de luta e resistência.
Lazer é o tempo livre do homem. Momento em que as pessoas podem desfrutar prazeres, tranqüilidade e ate descanso.

“O Lazer é um conjunto de ocupações de bom grado que o indivíduo usa para repousar, para divertir-se, para desenvolver sua informação ou formação desinteressada.” (Dumazedier, 1976)
Sendo, portanto uma atividade de livre escolha, desinteressada sem fins lucrativos.

“O lazer como uma ocupação não obrigatória, de livre escolha do indivíduo que a vive e cujos valores propiciam condições de recuperação psicossomática e de desenvolvimento pessoal e social.” (Requixa, 1980)

“Não há, de fato, um consenso entre os autores sobre a forma de entender o lazer. Há os que consideram uma atitude, um estilo de vida.” (Marcellino, 1983)

O lazer vem sendo considerado há muito tempo, como aquele tempo que o homem tem para desfrutar, fazendo algo que gosta, sem preocupações ou sem responsabilidade, tendo tranqüilidade até descanso.
O lazer deve ser o momento em que o indivíduo se espelha em algo que escolhe que lhe dar prazer que o modifica como pessoa. Os prazeres podem ser encontrados em atividades lúdicas através do lazer, nesse quadro encontramos os jogos e brincadeiras.

Podemos então perceber a importância do lazer na vida dos seres humanos, tanto quanto a sua família e o seu trabalho, o lazer além de contribuir para um melhor estado biopsicossocial do homem, um aspecto muito interessante ressaltar e que o lazer vai possibilitar uma amenização nos efeitos decorrentes do envelhecimento.

Diante dessas reflexões, salienta a necessidade dos momentos de lazer em nossas vidas e a importância das instituições governamentais aumentarem as áreas de lazer e ambientes para esses momentos, criando e estimulando à contribuir para alternativas de práticas diferentes nas quais nos desperta sentimentos que só a partir de novas experiências podem ser manifestadas

Bibliografia
Lazer e cultura popular, Dumazedier, Joffre
Lazer e humanização, Marcellino
Introdução ao lazer, Melo e Alves Junior
Lúdico, educação e ed. Física, Marcellino

Judô (português brasileiro) ou Judo (português europeu) (柔道 Juu Dou - "caminho suave" ou "caminho da suavidade", em língua japonesa) é um desporto praticado como arte marcial, fundado por Jigoro Kano em 1882. Os seus principais objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.
O Judô teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência dos principais estilos e escolas de jujutsu, arte marcial praticada pelos "bushi", ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).
A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (kimono), que no judô recebe o nome de judogi e que, com o cinturão, forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais.

Princípios filosóficos do judô
• Conhecer-se e dominar-se é triunfar
• Quem teme perder já está vencido
• Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância
• Sabedoria e, sobretudo, humildade
• Quando verificares com tristeza que nada sabes, terás feito teu primeiro progresso no aprendizado
• Nunca te orgulhes de ter vencido um adversário
• Ao que venceste hoje, poderá derrotar-te amanhã

O judô nas dimensões Conceitual, Procedimental e Atitudinal
Conceitual:
• Origem
• História
• As transformações das lutas
• Contexto histórico e cultural e sua filosofia
• A transformação necessária das lutas ao contexto esportivo e escolar
Procedimental:
• Desenvolvimento de habilidades motoras e capacidades físicas
• Golpes principais
• Rolamentos
• Regras
• Uniformes
Atitudinal:
• O papel das lutas no contexto educacional.
• Valorização de atitudes de não-violência.
• Respeito aos companheiros.
• A busca da justiça e da solidariedade.
• A percepção e a utilização mias detalhada de outros sentidos.

Judô esporte e suas lesões .
Assim como em outros esportes o atleta pode ter boas condições e praticar por muitos anos e utilizar seu corpo fluentemente, mas se for exigido de forma exagerada ou incorreta pode rapidamente desgastar-se e reduzir sua vida no esporte.
Para evitar lesões o judô segue alguns fundamentos como aprender a cair, a derrubar e se movimentar, mesmo assim pode haver lesões, mas é principalmente em níveis competitivos que a maioria delas ocorre (PETRI & BARBOSA, 2004).
Os mecanismos das lesões podem ser classificados, segundo Leadbetter (1994), como contato ou impacto, sobrecarga dinâmica, excesso de uso, vulnerabilidade estrutural, falta de flexibilidade, desequilíbrio muscular e crescimento rápido.
Carazzato (1995) mostrou que o judô foi o esporte que mais necessitou de atendimento em um centro esportivo na área de lesões. Lesões nos membros superiores são encontradas com muita freqüência na pratica do judô, sendo o ombro, o mais lesionado.
A reabilitação atlética não inclui apenas a restauração completa do desempenho restrito, mas se esforça também para um nível de condicionamento maior do qual o atleta possuía antes da lesão.





terça-feira

Desconhecido

A profº Maria Helena Trouxe uma proposta e desafio para nos, ela propôs que nos organizássemos para apresentar e vivencia uma modalidade esportiva desconhecida.
Com isso fomos atrás do jogo da malha de origem portuguesa onde se lançam discos de metal em direcção a um pino que se encontra a alguns metros de distância.
Vivenciamos no clube da penha, vimos como se jogava, pedimos auxilio á pessoas com mas tecnicas para depois praticamos.
Foi muito interresante saber que existe diversas variedades esportivas.

segunda-feira

Esporte ↔ Jogo

Segundo Feio (1978) o esporte e o jogo têm em comum elementos essenciais: Liberdade, prazer e regras, mas esses elementos se diferenciam numa e noutra atividade: A liberdade e a gratuidade são inerentes ao jogo, no esporte não se exclui a importância dada aos resultados, o que se faz é tão importante quanto a livre escolha que se fez; No jogo, o prazer é processado imediata e unicamente pela motivação lúdica, o esporte integra, em grande proporção, o gosto pelo esforço, o confronto com o perigo e os desafios do treinamento; As regras no jogo conferem ao indivíduo o máximo de liberdade de continuar ou não a prática, as regras do esporte apresentam-se restritivas, imperiosas, minuciosas e coerentes como o objetivo que se deseja alcançar.
No jogo, as regras, o número de participantes, a atribuição dos pontos, a divisão das equipes etc. podem ser definidas pelos próprios participantes. Ou seja, os jogos permitem uma adaptação ao contexto onde se joga.
Já no esporte, as regras são mais universalizadas, ou seja, o futebol que se joga na Itália é muito próximo do que se joga no Brasil e no restante do mundo.

Segundo Caillois (1990), alguns princípios podem ser verificados no jogo: Ser regrado, prazeroso, estar fora da realidade, sem obrigação, absorvente, possuir tempo e lugar próprios etc. Desta forma, o jogo possui a idéia de limites, liberdade e invenção.


Segundo Freire e Scaglia (2003) o esporte é manifestação do fenômeno jogo, porem no esporte se perde bastante elementos lúdicos. Pois começa aparecer a vontade de ganhar dinheiro (o marketing)



Natação para gestantes
Hoje em dia muito se fala sobre saúde e qualidade de vida. A necessidade de uma vida mais saudável para um melhor desempenho do corpo faz com que todos repensem o estilo de vida, e durante a gravidez essa necessidade aumenta para que mãe e bebês estejam saudáveis e seguros.
A natação por ser a muito tempo reconhecida por ser saudável e prazerosa está cada vez mais popular entre as futuras mamães, que buscam por uma gravidez confortável e um pós parto com rápida recuperação.
Muitos obstetras acreditam que quando uma mulher faz algum tipo de exercício durante a gravidez poderá estar menos propensa a ter dificuldades durante o trabalho de parto e o nascimento do bebê, e estimulam suas pacientes a ser fisicamente ativas.

Benefícios da natação na gravidez

- Alivia as dores lombares (tensão)
- Melhora a circulação sanguínea
- Melhora a auto-estima
- Redução do edema de membros (acumulo de liquido no espaço intersticial)
- Relaxa e massageia o corpo
- Mantém o condicionamento físico durante a gestação, com diminuição da dor
- Fortalece a musculatura postural, fazendo com que o peso corporal seja aliviado
- Menor incidência de varizes
- Controle de aumento de peso
- Aumento da resistência muscular
- Controle postural acentuado

Por quê?

A combinação piscina e grávida é sempre sucesso total. A natação e os exercícios aquáticos são bons para a mente e para o corpo. A água é um meio prazeroso. As atividades na água são mais seguras do que as realizadas em terra. Ajudam o controle do peso e divertem. A pressão da piscina realiza uma drenagem natural do acumulo de líquidos no organismo. Há ainda a questão emocional: você sente que está cuidando de si próprio e conhece outras gestantes. Além de que as atividades para o corpo todo faz com que a gestante pratique a coordenação corporal, o que será útil durante o trabalho de parto e o nascimento do bebê.

Água e o parto

Após a 2ª guerra mundial, grupos de saúdes ocidentais iniciaram experimentos com técnicas naturais de parto na década de 50, o obstreta francês Frederick Leboyer desenvolveu uma técnica de parto denominado “parto sem violência”, que facilitaria a passagem do bebê do útero para o mundo. Um método utilizado pela técnica de Leboyer é o de massagear o recém-nascido em água morna imediatamente após o parto. A técnica mais conhecida, entretanto é baseada no trabalho do DR. Fernand Lamaze. Desde a década de 70 a técnica de Lamaze tem sido método de preparo ao parto mais popular nos Estados Unidos.

Pós-parto

Só quem pode dar a permissão para a mamãe voltar a água é o médico ou o obstetra. O educador de ED. Física só poderá passar séries de aulas gradualmente, após que haja a recuperação total, poderá mudar a série também. As séries passadas são para fortalecer as musculaturas mais abaladas como a do abdômen e reduzir o peso adquirido na gravidez.

Conclusão

Podemos concluir que a natação na gravidez é uma forma de se promover resistência, flexibilidade, condicionamento cardiorrespiratório e conforto durante a gravidez e preparar a gestante para que ela não tenho dificuldades durante o trabalho de parto, auxiliando o nascimento do bebê e também ajudando com a recuperação pos parto.

Bibliografia
Exercícios aquáticos na gravidez – Jane Katz
Hidroterapia em gestantes
http://www.aquabrasil.info/hidro_gestante.htmlv

sexta-feira


A sociedade por si só já é muito competitiva, e então nascemos sabendo competir, e acabamos deixando de aprender a cooperar, pois parece não existir tempo para isso.
Existem várias maneiras de utilizar o Jogo Cooperativo, e aqui destaco algumas que
podem servir de guia. Mas que fique claro que esse tipo de jogo, não tem local, data,
espaço ou situação mais adequada. Ele pode ser praticado em toda e qualquer situação. No dia a dia, na escola, no trabalho, na “com vivência” com os outros

Os JOGOS COOPERATIVOS permitem o desenvolvimento do viver e do conviver em grupo, do aprender para cooperar e do cooperar para aprender, exercitando o compartilhar como instrumento de crescimento pessoal.
Segundo Terry Orlick, "a diferença principal entre Jogos Cooperativos e competitivos é
que nos Jogos Cooperativos todo mundo coopera e todos ganham, pois tais jogos eliminam o medo e o sentimento de fracasso. “Eles também reforçam a confiança em si mesmo, como uma pessoa digna e de valor.”
A proposta da cooperação é que as pessoas possam fazer as coisas conjuntamente, que possam “com partilhar” situações, sentimentos, sensações, momentos, encontros. Que a cooperação seja também um exercício de “com vivência”, e que tudo esteja sempre dentro de uma “comum unidade”

O que é um jogo semi-cooperativo então? É aquele que favorecem o aumento da cooperação no grupo e oferecem as mesmas oportunidades de jogar para todas as pessoas do time. Os times continuam jogando um contra o outro, mas a importância do resultado é diminuída, a ênfase passa a ser o envolvimento ativo no jogo e na diversão. Por exemplo: todos os jogadores devem tocar na bola. Todas as mulheres têm que fazer determinada coisa, enquanto aguardam a vez. Todos os pontos de um time são computados para o outro. Cada vez que um time faz um ponto, um jogador deverá passar para o lado oposto.


quinta-feira

Xadrez


Jogo de Guerra

Em épocas passadas o xadrez era usado para montar estratégias de guerra, os grandes reis usavam das peças para poderem elaborar uma tática para facilitar o seu ataque e também para visualizar se á algo de errado com sua defesa. Esse e um dos motivos do xadrez se chamar jogo de guerra.

Xadrez, o esporte


Xadrez enquanto no esporte desenvolve habilidades; na arte estimula a imaginação diante de inúmeras possibilidades que se apresentam; e na ciência exige um certo estudo teórico e a elaboração de cálculos precisos, acredito que como forma de aprendizagem na escola, se envolvermos as crianças para conhecer uma nova maneira de aprender brincando, pode-se desenvolver essas tais habilidades cognitivas citadas.
O xadrez proporciona muita atenção e concentração; o julgamento e o planejamento; a imaginação e a antecipação; a memória; a vontade de vencer, a paciência e o autocontrole; o espírito de decisão e a coragem; a lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético; a criatividade; a inteligência; a organização metódica do estudo.

domingo

Classificação dos esportes


Podemos classificar o esporte de varias maneiras :


Individual ou coletivo




Com ou sem interação



Com ou sem estabilidade ambiental



quinta-feira



Jogos Olímpicos de Inverno
Os jogos Olímpicos de Inverno são um evento multi-esportivo realizado a cada quatro anos, reunindo modalidades disputadas no gelo e na neve, sendo um dos eventos máximos do Movimento Olímpico, ao lado dos Jogos Olímpicos de Verão.
História
Em 1894, um dos esportes propostos na criação do COI (Comitê Olímpico Internacional) foi a patinagem no gelo. O esporte foi introduzido apenas nos Jogos Olímpicos de Verão de 1908 em Londres. Três anos depois foi proposta uma semana com esportes de Inverno dentro dos Jogos Olímpicos de Verão de 1912 em Estocolmo. Os organizadores opuseram-se a esta idéia, querendo promover os Jogos Nórdicos, uma competição de Desportos de Inverno, realizada de 4 em 4 anos entre competidores dos países Nórdicos.
O sonho de realizar uma Olimpíada de Inverno não havia morrido. Na Olimpíada de 1916 novamente foi proposta uma Semana de Jogos de Inverno, mas a Primeira Guerra Mundial cancelou os Jogos Olímpicos de Berlim. Os primeiros Jogos Olímpicos depois da Guerra, os Jogos de 1920, na Antuérpia, novamente representaram patinagem artística, enquanto o hóquei no gelo faz sua estréia Olímpica. A primeira competição de caráter mundial a reunir desportos de inverno foi a Semana Internacional de Desportos de Inverno, realizada em 1924 na cidade francesa de Chamonix. Apenas dois anos depois o COI decidiu dar o estatuto de Jogos Olímpicos àquela competição, que passaria a acontecer regularmente. Os jogos de 1940 de Sapporo no Japão e 1944 de Cortina d'Ampezzo na Itália foram cancelados devido à Segunda Guerra Mundial. Até 1992 os Jogos Olímpicos de Inverno eram realizados no mesmo ano que os Jogos de Verão. Em 1994, a tradição de realizar jogos de quatro em quatro anos foi quebrada para que, a partir de então, os Jogos de Inverno fossem realizados em anos diferentes dos Jogos de Verão

O jogo ou o lúdico (filme filhos do paraíso)
O Lúdico é origem do LUDENS que o significado é igual a JOGO
lúdico (latim ludus, -i, jogo + -ico)
adj.
Relativo a jogo ou divertimento. = recreativo
• Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

1- O LUDICO é um fim em si mesmo, ou seja, ele não é um meio através do qual alcançamos outro objeto: seu objeto é a vivencia prazerosa de sua atividade. O lúdico é o “gosto por que gosto“ que as crianças tantas vezes usam para expressar as suas preferências.
2- O LUDICO é espontâneo: E aqui que o prazer e dever não se encontram.
3- O LUDICO pertence á dimensão do sonho, da magia, da sensibilidade.
4- O LUDICO se baseia na atualidade: ocupa-se do aqui e do agora, não da preparação de um futuro inexistente, podemos dizer que o lúdico favorece a construção do futuro a partir do presente.
5- O LUDICO privilegia a invenção e a imaginação, por sua própria ligação com os fundamentos do prazer. Não existem regras estabelecidas por organizações e sim pelos participantes
Segundo Johan Huizinga no livro Homo Lundens (2001), o jogo é uma preparação do jovem para tarefa que mais tarde a vida exigirá. Esta citação nós podemos perceber no filme filhos do paraíso na cena em que os dois irmãos brincão de lavar o tênis.
O jogo está ligado a alguma coisa que não seja o próprio jogo. O jogo ultrapassa os limites da realidade física, o jogo é uma função da vida. A figura do desmancha-prazeres ou batoteiro é mais nítida nos jogos infantis, pois eles possuem a qualidade lúdica em sua própria essência, e na forma mais pura dessa qualidade.
A criança joga e brinca dentro da mais perfeita seriedade, que podemos considerar sagrada. Para quem esta jogando aquilo e muito serio, eles incorporam, naquele momento e o mais importante. Em todo lugar pode haver jogo isto só vai depender de quem estar jogando, um exemplo: imagine que você esta em uma calcada e tem uma pessoa do seu lado, você, pois na sua cabeça que tem que andar mas rápido do que ela ate o fim da calcada, para você aquilo é um jogo com características lúdica, mas para a pessoa que esta ao seu lado aquilo tem valor nenhum, pois ela nem sabe que esta em um jogo.
De acordo com Carlos Antonio dos santos, no livro “Jogos e atividades lúdicas na alfabetização”de1998. A importância do “jogo” no processo de desenvolvimento e aprendizagem infantil e suas aplicações pedagógicas, principalmente no processo de alfabetização, têm sido defendidas constantemente por professores e outras pessoas ligada a área educacional, eles defendem que na escola deveria ter mais momentos lúdicos, na atualidade as crianças teria só um momento para praticar o lúdico que seria na hora do recreio, porem ate este espaço esta sem limitado, por que na do recreio os inspetores não deixam as criança correr e nem se expressarem do jeito que querem
O jogo e o brinquedo e uma necessidade para o desenvolvimento infantil, Segundo a autora Elizabeth Nascimento Silva, no livro “Recreação e Jogos”, de 1999 o jogo favorece condições físicas, como força, velocidade, agilidade e precisão, e os que se baseiam pelas aptidões intelectuais. Através do trabalho cooperativo, os alunos vão desenvolver o companheirismo, preocupam-se com os demais e procuram se superar cada vez mais, tornando mais importante o espírito de equipe.


Jogo implícito e explicito

Implícito: algo de difícil visualização
Explicito: algo de fácil visualização
No nosso dia-a-dia temos muitos tipos de jogos acontecendo, como nossa visão e de senso-comum varias vezes não conseguimos visualizar. Você já parou para pensar porque dois cachorros ficam se mordendo, e nem um sai ferido. Pois para eles aquilo e um jogo que tem espaço definido, tempo definido, regras estabelecidas por eles, e prazeroso e divertido, pois se alguém atrapalhar o jogo deles a pessoa pode acabar levando uma mordida por que para eles e serio, este tipo de jogo pode ser considerado implícito. Se olharmos duas crianças brincando com uma bola, no ato percebemos que e um jogo, desta maneira pode considerar um jogo explicito.
No filme filhos do paraíso pude percebe de duas cenas diferentes uma de jogo implícito e outra explicito. No momento em que os irmãos brincam com bola de sabão percebi que ali era um momento de jogo implícito por que só os jogadores sabiam que estavam jogando. Em outro momento em que os amigos dele estão jogando bola, ali pode se dizer que e um jogo explicito, pois qualquer um que passar percebe que eles estão brincando.

segunda-feira






Ed. Física sempre existiu, pois Ed. Física e nada mesmos do que a pratica de qualquer atividade física. Dês da época da caverna que já se pratica Ed. Física, como a caca terrestre de amimais como a caca aquática.
Ao longo do tempo e do desenvolvimento da espécie humana, foi se formando a idéia de Ed. Física.
No Brasil a Ed. Física teve uma grande evolução por volta de 1920 a 1940 com o surgimento de quatro tipos de visões
Tecnicismo: que tem a visão de formar atletas, que tenham conhecimento maior em regras, fundamentos desportivo, desenvolver habilidades físicas e habilidades desportivas.
Eugenista: dar a preferência à etnia branca, tendo como objetivo melhorar a espécie humana no sentido de produzir o homem normal que apresenta físico e intelectual, o desenvolvimento das qualidades hereditárias dos indivíduos.

Higienista: o objetivo era formar homens e mulheres sadios e fortes, dispostos a ação.
Militarista: tem o objetivo de preparar o individuo e o adestramento físico para o cumprimento dos seus deveres para com a economia e a defesa da nação, ou seja, um militar preparado para guerra.
O movimento que é tema da educação física é o que se apresenta na forma de jogos, esporte, dança, ginásticas e lutas. (Valter Bracht).

quinta-feira





Brincadeiras identificadas no quadro
Balança Caixão, Bambolê (ARO), Mãe da Mula, Cabra-Cega, Cadeirinha, Cabo de Guerra, Salada Mista, Cada Macaco no seu Galho, Luta, Perna de Pau, Cinco Marias, O Mestre Mandou, Mímica, Cavalinho, Pega-Pega, Trenzinho, Esconde-Esconde, Cambalhota, Barril Gangorra, Malhando Judas, Bolinha de Gude, Arria Chumbo, Pião, Jogos de Tabuleiro, Espada, , Plantando Bananeira, Adivinha, Escravos de Jô, Passa-Passa Três Vezes, Lencinho Branco, Pipa, Quem quer Brincar, Bafo.

UMA VIAGEM DA HISTÓRIA DA INFÂNCIA ÀS HISTÓRIAS DE VIDA,
A PARTIR DA OBRA “JOGOS INFANTIS” DE PIETER BRUEGHEL
Eliane Aparecida Bacocina
Universidade Estadual Paulista
Maria Augusta Hermengarda Wurthmann Ribeiro
Universidade Estadual Paulista
Partida: um retrato da infância

“Temos hoje, assim como no fim do século XIX, uma tendência a separar o
mundo das crianças do mundo dos adultos.” (ARIÈS, 1981, P. 56).

Estamos no século XVI. Na região hoje compreendida na Holanda, vemos um pintor
misterioso. Com certeza, um dos mais desconcertantes personagens da história da pintura. Sabemos
que seu nome é Pieter. Mas ninguém sabe ao certo seu sobrenome: Bruegel, Breughel ou Brueghel?
Ninguém sabe nos informar também sua idade, pois não há certeza se o ano de seu nascimento é 1522,
1525 ou 1528; se sua região natal é Brabante ou qualquer outra dos Países Baixos. Sua vida e sua obra
guardam interrogações, mistérios e paradoxos que nem mesmo o tempo conseguiu dissipar. Foi um
dos primeiros pintores a ter sua biografia escrita por um contemporâneo, mas as lacunas e imprecisões do trabalho ocupam mais espaço que as certezas. No entanto,
o aqui e o agora que definem o sentido de sua obra ganham plena existência quando o pintor se propõe a narrar os episódios e as situações de vida cotidiana, com uma preocupação de fazer inveja a um botânico do século XIX. Tendo vivido durante o pleno florescimento renascentista das cidades flamengas, o universo que elegeu para seus quadros foi, porém, o das
aldeias rurais e sua cultura marcadamente medieval. Por isso, o que de mais
seguro se pode dizer da arte de Pieter Bruegel é que ela constitui o
derradeiro – e magnífico – testemunho de um mundo em vias de
desaparecimento. Um testemunho que concilia o real e o fantástico, o
cotidiano vivido e o imaginário temido. Um depoimento angustiado,
mórbido, dilacerante, pessimista. Fiel (BRUEGEL, 1969, prancha II/III).


No quadro “Jogos Infantis”, o flamengo Pieter Brueghel (1525? -1569) mostra cerca de 250 personagens participando de 84 brincadeiras, em 1560. Grande parte de-
las é conhecida ainda hoje e outras não existem mais, foram apagadas da memória. Crianças anônimas, nenhuma delas ri. Assemelham-se a pequenos adultos tristes, que apenas se ocupam de uma atividade. “E são justamente as formas assumidas por essa atividade que movem a atenção do artista” (BRUEGEL, 1969, prancha II/III).
Ao visualizar o quadro ficamos em duvida a respeito dos personagens, não da para saber se são crianças ou adultos, pois segundo Áries (1981, P.51), “no mundo das fórmulas românicas, e até o fim do século XVIII, não existem crianças caracterizadas por uma expressão particular, e sim homens de tamanho reduzido”. Percebemos que o pintor quis mostrar que jogo e brincadeiras não e só coisas de criança e que adulto também pode praticar. Pois o lúdico esta presente tanto em adultos como e crianças, não importando a idade.